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Cláudio Behrend | O responsável pelo Marco Zero do Festival de Cinema

| O LEGADO DE CLÁUDIO BEHREND |

O Marco Zero do Festival de Cinema de Gramado

Em um bate papo entre amigos na casa de veraneio do jornalista Luiz Carlos Lisboa, nasce a iniciativa de trazer a 1ª Mostra de Cinema de Gramado, com a exibição de 3 filmes, nos dias 6, 7 e 8 de janeiro de 1969, realizada dentro da programação da 6ª Festa das Hortênsias.

O relacionamento pessoal de Cláudio Behrend uniu veranistas do Vale dos Sinos e da capital, jornalistas ligados à Serra Gaúcha, com a comunidade gramadense, transformando em feitos que permanecem até os dias de hoje.

Em uma destas conversas informais com o Lisboa, na época cronista social do Jornal Folha da Tarde, Behrend fez uma proposta ousada em, aproveitar a vinda dos filmes nacionais a Porto Alegre pelas comemorações dos 20 anos da Casa de Cinema de Porto Alegre, estendendo a exibição em Gramado.

Alinhado com Elias Kalil Pócos (distribuidor de filmes) e com o presidente do Clube do Cinema da capital. P.F. Gastal, ficou combinado que eles iriam emprestar três filmes e alguns atores para prestigiarem o evento. Após essa confirmação, Behrend lançou a proposta no Conselho Municipal de Turismo (Comtur), órgão criado em 1964 e do qual ele era um dos conselheiros.

Com a aprovação da iniciativa pelo Comtur, Gino Perine (então vice-presidente da 6ª Edição da Festa das Hortênsias), sugeriu que Cláudio Behrend fosse o patrono da mostra, que teve a aprovação também do Nailor Balzaretti, presidente da festa.

“Essa 1ª Mostra de Cinema de Gramado é a semente de um futuro e grande festival de cinema”, comentário emblemático feito por Silvia Zorzanello antes da exibição do primeiro filme, no palco do Embaixador.

Os 600 lugares do Cine Embaixador foram também contemplados em 1971 pela 2ª Mostra de Cinema de Gramado.

Cláudio era químico e farmacêutico, e abriu o primeiro laboratório de análises clínicas em Gramado. Relações públicas nato, Cláudio Behrend era um excelente anfitrião, e além do seu envolvimento com as mostras de cinema, foi presidente do Gramado Tênis Clube, onde inaugurou 5 quadras de tênis, e abriu a casa noturna da época “A Toca”, onde era encontro de muitos casais da nossa cidade.
[18:30, 02/08/2026] Juliana BROILO: Texto curto

O Marco Zero do Festival de Cinema de Gramado

Em um bate papo entre amigos na casa de veraneio do jornalista Luiz Carlos Lisboa, nasce a iniciativa de trazer a 1ª Mostra de Cinema de Gramado, com a exibição de 3 filmes, nos dias 6, 7 e 8 de janeiro de 1969, realizada dentro da programação da 6ª Festa das Hortênsias.

O relacionamento pessoal de Cláudio Behrend uniu veranistas do Vale dos Sinos e da capital, jornalistas ligados à Serra Gaúcha, com a comunidade gramadense, transformando em feitos que permanecem até os dias de hoje.
“Essa 1ª Mostra de Cinema de Gramado é a semente de um futuro e grande festival de cinema”, comentário emblemático feito por Silvia Zorzanello antes da exibição do primeiro filme, no palco do Embaixador.

Os 600 lugares do Cine Embaixador foram também contemplados em 1971 pela 2ª Mostra de Cinema de Gramado.

Cláudio era químico e farmacêutico, e abriu o primeiro laboratório de análises clínicas em Gramado. Relações públicas nato, Cláudio Behrend era um excelente anfitrião, e além do seu envolvimento com as mostras de cinema, foi presidente do Gramado Tênis Clube, onde inaugurou 5 quadras de tênis, e abriu a casa noturna da época “A Toca”, onde era encontro de muitos casais da nossa cidade.

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